Na busca de construir horizontes coesos e significativos desejo imensamente compreender as evidências que permeia a vida, desvendando os mistérios e a essência do meu ser!
domingo, 17 de outubro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Vídeo produzido para a Disciplina Estágio 3, do Curso de Artes Visuais, da Universidade Federal de Goiás que retrata a caminhada pela cidade de Quirinópolis em busca de uma porta de entrada para fazer um projeto de intervenção pedagógica. Por sua vez são apresentados diversos artistas locais antes de ser definido o local escolhido para a realização do Estágio Supervisionado.
domingo, 22 de agosto de 2010
Atividade da unidade 1 de Estágio Supervisionado III
Unidade 1 – A cidade e suas possibilidades educativas
Com efeito, este texto apresenta uma retrospectiva do que foi estudado no Estágio Supervisionado I – mapeamentos, cartografias e metáforas conceituais, bem como no Estágio II – saberes pedagógicos, observações da sala de aula, intervenção pedagógica e avaliação.
Por sua vez nota-se que enfatiza a necessidade de planejar e replanejar sistematicamente as ações pedagógicas, para posteriormente desenvolvê-las. Já com relação ao Estágio III refere-se a relevância de ir além dos muros da escola em busca de outras possibilidades educativas que a cidade na qual vivemos possa oferecer.
1.1 A cidade educativa: seus lugares, seus habitantes, seus ofícios, sua cultura
É fundamental olhar para cidade de um modo diferente, ou seja, com outro olhar, pensá-la enquanto um organismo vivo, dinâmico, que traz uma história construída ao longo dos tempos, pois cada habitante contribui para a construção desta história, com suas relações, suas profissões, seus ofícios, sua cultura e seus bens materiais e simbólicos.
A proposta consiste em pensar a cidade como obra, centralizada na lógica da produção capitalista e também os interstícios e as contradições espaciais, desconstruções e (re) territorializações.
1.2 Imagens: (dês) construções – Proposta para um passeio etnográfico
Sem dúvida, faz-se necessário perceber a cidade de corpo e alma, pois o corpo está atento à violência, aos sinais de trânsito, ao asfalto quente, ao verde. Ele é tanto entidade formuladora de imagens quanto elemento constitutivo da imagem, pois é parte integrante da paisagem urbana.
Compete ao estagiário tornar o familiar estranho, uma vez que este perturbamento no familiar propicia um maior discernimento sobre a própria cultura.
1.2.1 Orientações e ferramentas para levar nesse passeio
Para esse passeio, serão necessários uma câmera fotográfica ou filmadora, bloquinhos de anotações, e cuidados com a hidratação da pele, água, bem como curiosidade e um olhar indagador.
É salutar ainda lançar um novo olhar sobre uma mesma coisa ou situação, desconstruidor de discursos, espacialidades, em uma perspectiva multicultural crítica.
Neste percurso do Estágio devemos buscar uma porta de entrada para realizar a proposta de intervenção pedagógica, ou seja, ambiências pedagógicas no tecido da cidade educativa.
Com efeito, este texto apresenta uma retrospectiva do que foi estudado no Estágio Supervisionado I – mapeamentos, cartografias e metáforas conceituais, bem como no Estágio II – saberes pedagógicos, observações da sala de aula, intervenção pedagógica e avaliação.
Por sua vez nota-se que enfatiza a necessidade de planejar e replanejar sistematicamente as ações pedagógicas, para posteriormente desenvolvê-las. Já com relação ao Estágio III refere-se a relevância de ir além dos muros da escola em busca de outras possibilidades educativas que a cidade na qual vivemos possa oferecer.
1.1 A cidade educativa: seus lugares, seus habitantes, seus ofícios, sua cultura
É fundamental olhar para cidade de um modo diferente, ou seja, com outro olhar, pensá-la enquanto um organismo vivo, dinâmico, que traz uma história construída ao longo dos tempos, pois cada habitante contribui para a construção desta história, com suas relações, suas profissões, seus ofícios, sua cultura e seus bens materiais e simbólicos.
A proposta consiste em pensar a cidade como obra, centralizada na lógica da produção capitalista e também os interstícios e as contradições espaciais, desconstruções e (re) territorializações.
1.2 Imagens: (dês) construções – Proposta para um passeio etnográfico
Sem dúvida, faz-se necessário perceber a cidade de corpo e alma, pois o corpo está atento à violência, aos sinais de trânsito, ao asfalto quente, ao verde. Ele é tanto entidade formuladora de imagens quanto elemento constitutivo da imagem, pois é parte integrante da paisagem urbana.
Compete ao estagiário tornar o familiar estranho, uma vez que este perturbamento no familiar propicia um maior discernimento sobre a própria cultura.
1.2.1 Orientações e ferramentas para levar nesse passeio
Para esse passeio, serão necessários uma câmera fotográfica ou filmadora, bloquinhos de anotações, e cuidados com a hidratação da pele, água, bem como curiosidade e um olhar indagador.
É salutar ainda lançar um novo olhar sobre uma mesma coisa ou situação, desconstruidor de discursos, espacialidades, em uma perspectiva multicultural crítica.
Neste percurso do Estágio devemos buscar uma porta de entrada para realizar a proposta de intervenção pedagógica, ou seja, ambiências pedagógicas no tecido da cidade educativa.
Texto - Ferramenta blog
Sem dúvida, a ferramenta blog é muito importante na difusão de notícias, ideias, imagens e troca de informações, pois trata-se de um diário on-line, que permite a emissão de comentários pelos leitores e também pode ter inúmeros seguidores. Serve ainda como registro de memória de um curso, espaço para disponibilização de conteúdos de aprendizagem e produções individualizadas ou coletivas.
Além de ser um site que assegura atualização rápida por intermédio das postagens, possibilita interação entre pessoas diversas apesar do distanciamento físico e é gratuito. Outro fator pertinente consiste facilidade de manuseio. Em virtude de conter textos curtos e com uma linguagem menos rígida atrai bastante os jovens, favorecendo a participação e compreensão do assunto.
Com efeito, o diálogo entre o responsável e o leitor ocorre de forma franca e aberta. O que configura seu caráter democrático, pois são aceitas publicações diversas como temas variados que promove o entretenimento, criação de novas conexões e possibilidade de escolha.
Alguns professores utilizam o blog como ambiente de encontro com aprendiz, partilha de conhecimentos, troca de informações e também para divulgar os resultados de seu trabalho e dos alunos.
Além de ser um site que assegura atualização rápida por intermédio das postagens, possibilita interação entre pessoas diversas apesar do distanciamento físico e é gratuito. Outro fator pertinente consiste facilidade de manuseio. Em virtude de conter textos curtos e com uma linguagem menos rígida atrai bastante os jovens, favorecendo a participação e compreensão do assunto.
Com efeito, o diálogo entre o responsável e o leitor ocorre de forma franca e aberta. O que configura seu caráter democrático, pois são aceitas publicações diversas como temas variados que promove o entretenimento, criação de novas conexões e possibilidade de escolha.
Alguns professores utilizam o blog como ambiente de encontro com aprendiz, partilha de conhecimentos, troca de informações e também para divulgar os resultados de seu trabalho e dos alunos.
Imagem da minha cidade!

É pertinente salientar que dentre as tendências apresentadas na disciplina ateliê de Poéticas Contemporâneas, escolhi o artista David Hockney como referência para produzir a minha imagem, não só por ter retratado de forma primorosa o tema cidade, mas também pela qualidade de seus desenhos, bem como na desenvoltura das obras desenvolvidas com lápis de cor. Para tanto, inspirei na sua técnica de fotografia, recorte e colagem em função da precisão e beleza.
Neste sentido, fotografei a cidade de Quirinópolis de diversos ângulos, transferi as imagens para o computador, imprimi e colei cada parte depois de verificar cada possibilidade a fim de encaixá-las adequandamente compondo uma nova imagem. Fiz o fundo com a técnica do frottage sobre a superfície de uma capa de apostila. Por fim o desenho do livro que trata-se de uma sobrebosição com dobradura.
Com efeito, os materiais utilizados foram: duas folhas de papel canson A3, canetinha, giz de cera, lápis de cor, cola, fotografias impressas e capa de apostila.
Neste sentido, fotografei a cidade de Quirinópolis de diversos ângulos, transferi as imagens para o computador, imprimi e colei cada parte depois de verificar cada possibilidade a fim de encaixá-las adequandamente compondo uma nova imagem. Fiz o fundo com a técnica do frottage sobre a superfície de uma capa de apostila. Por fim o desenho do livro que trata-se de uma sobrebosição com dobradura.
Com efeito, os materiais utilizados foram: duas folhas de papel canson A3, canetinha, giz de cera, lápis de cor, cola, fotografias impressas e capa de apostila.
Carta – Como vejo na cidade e como vejo a cidade em mim?
A carta abaixo foi escrita no último encontro presencial do Curso de Artes Visuais em São Simão no dia 07/08/2010, trata-se de uma atividade de Estágio Supervisionado 3 cujo objetivo era possibilitar uma reflexão acerca de como o acadêmico se vê na cidade.
Bom dia cara amiga!
Em virtude de morar há pouco tempo em Quirinópolis e sair raramente me vejo como uma estranha na minha cidade, pois não conheço todas as ruas e instituições. Também não disponho de muitas informações acerca do contexto histórico.Mesmo assim adoro a cidade que moro e as pessoas com as quais convivo. De fato, sinto como parte integrante de uma comunidade maravilhosa. Às vezes tenho vontade de viajar pelo mundo conhecer outros lugares, no entanto, quando estou ausente a saudade é enorme, por isso quando entro no trevo parece que o clima muda, a brisa é mais suave as pessoas são mais bonitas e as ruas arborizadas. Então concluo que a cidade faz parte de minha vida, assim como sou membro desta realidade.
Tudo é familiar até mesmo as ruas que não tenho o costume de passar, por isso constato que não existe nada melhor que o lugar que temos amigos e escolhemos para morar.
Em virtude de morar há pouco tempo em Quirinópolis e sair raramente me vejo como uma estranha na minha cidade, pois não conheço todas as ruas e instituições. Também não disponho de muitas informações acerca do contexto histórico.Mesmo assim adoro a cidade que moro e as pessoas com as quais convivo. De fato, sinto como parte integrante de uma comunidade maravilhosa. Às vezes tenho vontade de viajar pelo mundo conhecer outros lugares, no entanto, quando estou ausente a saudade é enorme, por isso quando entro no trevo parece que o clima muda, a brisa é mais suave as pessoas são mais bonitas e as ruas arborizadas. Então concluo que a cidade faz parte de minha vida, assim como sou membro desta realidade.
Tudo é familiar até mesmo as ruas que não tenho o costume de passar, por isso constato que não existe nada melhor que o lugar que temos amigos e escolhemos para morar.
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